18/05/2009

Diário de um Programador 08: Eu cobro por um software!

“EEEEEEEEIIIIIII! Eu queria um programa que fizesse isso, aquilo, e num sei o que, lá lá!” – Dito por: Algum imbecil
 
Do mesmo jeito que algumas pessoas tentam explorar um pobre programador para que este conserte seu computador, algumas pessoas tentam sugar as nossas almas pedindo programas de graça.
Mas será o benedito?!
Ninguém pede consulta grátis para um médico, revisão grátis para mecânico, consultoria grátis para administrador, boquete grátis para uma puta, etc.
Por que diabos pedem que nós façamos programas de graça?!
 
Não é só o fato de pedirem programas de graça…
Programas simples e pequenos eu faço numa boa.
É bom que eu escolho uma linguagem para aprender ou treinar e me exercito.
Mas a galera entra com pé na porta e soco na cara, querendo um programa que destrua a boca do balão…
 
As pessoas não entendem que quanto mais sofisticado, mais cheio de regras de negócio, mais cheios de frescurinhas, mais chato e difícil de fazer é o programa.
As pessoas também não entendem que o curso de Bacharelado em Ciência da Computação é muito difícil e puxado, que requer muito tempo e dedicação do aluno.
Todo mundo acha que fazer um programa é pá-pum, e que no nosso curso a gente só faz ficar jogando e dando bobera.
Deveras, aqui é o Coisas de Vagabundo, mas não quer dizer que sou (somos) vagabundos 24 horas por dia.
 
Fazer um programa BOM E DE QUALIDADE requer tempo e dedicação.
Requer estudos, testes, uma boa apresentação e facilidade de uso.
Tudo isso demanda esforço, tempo e conhecimento.
Tempo, esforço e conhecimento têm um preço.
Eu mesmo pago um rim e meio fígado na minha faculdade, sem contar os livros que compro, os tutoriais que leio, e as vídeo-aulas que assisto.
Portanto, eu cobro por um software! Seja para parente, amigo, vizinho, o papa…
Claro, salvo algumas exceções:
1 – Se eu entrar em alguma idéia de software livre, eu não vou cobrar. Também, não vai ser prioridade da minha vida terminar esse software.
2 – Se eu estiver finalizando algum software e precisar de uma cobaia para testá-lo, este será cedido sem custo.
3 – Minha Deusa precisar de um software, para ela é de graça.
 
A todos que sofrem a noite toda em claro programando, perdendo a vida social, NÃO FAÇAM ISSO DE GRAÇA!
Você, assim como eu, não é escravo de ninguém!
Cobre pelos seus trabalhos!

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12/05/2009

Diário de um programador 07: Não entendo de Hardware!

Não sei quem foi o primeiro BABACA que com uma lógica nojenta concluiu que:
A – Se ele estuda computação, ele sabe tudo de computador.
B – Se ele é meu amigo/parente/qualquer coisa eu tenho o direito de fazê-lo de técnico de suporte 24 horas.
C – Se ele não resolver o meu problema eu tenho o direito de dizer que ele não sabe de nada e que está jogando dinheiro fora com a faculdade, já que ele não sabe concertar nada.
 
JÁ TO DIGITANDO PUTO AQUI, VO QUEBRAR ESSE TECLADO!!!1!
 
Em primeiro lugar, quem estuda ciências da Computação não está querendo se transformar em técnico de Hardware.
Muito pelo contrário, quem faz o meu curso, Bacharelado em Ciências da Computação, está estudando para criar programas, aplicações, funcionalidades que serão executadas pelo hardware.
Claro que do mesmo jeito que um mecânico sabe diferenciar uma chave de rodas de uma chave de fenda, eu (como vários outros estudantes da área) sabemos mecher um pouco no nosso computador, que é a nossa ferramenta de trabalho/estudo/lazer.
 
Mas é só isso!
 
Se meus amigos, parentes e afins, estão com algum problema na sua máquina e (preste bem atenção nesse e, ele representa uma condição) eu estiver com tempo e vontade (viu?! condição!) de ajudar, eu ajudo.
DE GRAÇA!
Agora, se eu não souber qual o problema, não é culpa minha.
NÃO RECLAME!
 
Muitas pessoas fazem essa associação…
APRENDAM!
E não abusem da nossa boa vontade.

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13/04/2009

Diário de um Programador 06: Por que virei programador?

As vezes me pergunto: “Por que fiz essa merda isso com a minha vida?
Eu já quis ser advogado, diplomata e engenheiro mecânico. Nessa ordem.
Deveras, ser advogado é algo que eu queria ser desde criança.
Alguns moleques querem ser jogadores de futebol, astronautas, bombeiros e várias outras profissões interessantes, mas eu queria ser advogado.
Cresci num lar (criado por vó ¬¬) onde todos que se sentavam a mesa ou eram advogados ou médicos.
Eu gostava de ouvir meus tios conversando com o meu avô sobre casos, maneiras de proceder e decisões.
Achava interessante como toda a sociedade estava organizada sob a lei.
Gostava também da politicagem.
Mas tudo isso mudou naquele infeliz (ou feliz, depende do ponto de vista) que minha mãe comprou um computador.
Descobri um programinha denominado mIRC, e nele eu poderia através de algumas linhas de código fazer floods, tocador de mp3, colorir os meus textos, etc.
Fiquei louco com a idéia de programar tudo isso, de modificar, customizar, e ter coisas feitas por mim, para mim e da maneira que eu queria que fosse!
Ai a casa caiu, o mundo parou, o chantilly desandou.
Viciei no ato de programar e decidi aprender HTML e fazer páginas na internet, só por diversão
Com isso aprendi JavaScript e vários conceitos sobre programação.
Peguei um gosto maior por programas, desenhos, filmes, tudo sobre ficção científica e comecei a enlouquecer com robôs e Inteligência Aritifial.
Passei a ouvir rock doido, abrir mão da politicagem por idéias mais anarquistas, ficar anti-social e me vestir de preto (isso é coisa de nerd, né?).
Quando descobri que existia um curso onde eu poderia aprender tudo sobre programação e ficar na área de Inteligência Artificial, finquei o pé e me decidi: “VOU FAZER BACHARELADO EM CIÊNCIAS DA COMPUTAÇÃO!”
Tudo isso ocorreu quando eu tinha 16 anos, dando tempo suficiente para minha mãe reclamar pra caralho! sobre eu largar a idéia de fazer Direito (paranomásia ¬¬), um curso bem visado, tradicional, e que está na família (e que ela insiste que eu tenho um dom natural para tal) para fazer um curso de computação, que não tem mercado e que me matará de fome.
Entrei na faculdade no ano que completei 19 anos.
Logo, eu ouvi MUITO!
Ainda dentro da faculdade, minha mãe reclamava, de leve, por que já estava percebendo que eu não iria desistir.
E largou de vez a idéia de reclamar quando eu consegui meu primeiro estágio.

E assim entrei para essa vida.
Passando noites sem durmir para resolver projetos, consumindo mais de um mol de conhecimento pela internet, me viciando em café, estragando minha visão na frente do monitor, e o pior de tudo: EXERCITANDO MINHA PACIÊNCIA COM O USUÁRIO FINAL QUE NUNCA SABE O QUE QUER! Usuário final filho de uma puta! Desabafei =D

Onde foi que eu errei?!
É culpa da minha mãe!
Se ela não comprasse aquele computador hoje eu seria um advogado, trabalhando de terno, durmindo bem a noite, sem esse bucho que eu tenho, com tempo para ter vida social, não usaria óculos, e o melhor de tudo: NÃO TERIA QUE TER UM USUÁRIO FINAL!

EU ODEIO USUÁRIO FINAL!

Por que entrei nessa vida?

O pior é que eu reclamo, mas adoro ver meus programas rodando e ser parabenizado por isso.
Adoro criar funcionalidades e aplicativos que resolvem muitas broncas.
Resolver os desafios que são a mim propostos…
Sei lá, mas apesar de tudo acho que sou muito mais feliz assim, NERD.

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29/03/2009

Diário de um Programador 05: Medo de tecnologia

Esquisito o título, né?
Mas é verdade.
Eu tenho medo de novas tecnologias e de frameworks.
Pode parecer besteira, mas o fato de ter o produto de outras pessoas afetando as minhas rotinas, tanto no dia-a-dia quanto minhas iterações de códigos, me assutam. PRA CARALHO! MUITO!

Talvez seja uma relutância normal, o medo de coisa nova, o medo de sair do seu padrão pré-estabelecido que você já está acostumado, para tentar algo novo, que pode não dar certo, e ai você perdeu tempo, produtividade…
As vezes, pode ser uma pontadinha de inveja.
Caralho Putz grila, como não pensei nisso antes?!
E acaba utilizando a ferramenta de outra pessoa, ou grupo de pessoas, no seu dia-a-dia.
Algo tão simples que você mesmo poderia ter pensado…

Como as tendências…

Primeiro veio o fotolog.
Creio que da minha turma do colégio fui o último a ter… Merdinha inútil…
Depois veio o MSN
Só entrei enssa onda porque todo mundo abandonou o IRC. Até hoje não consigo entender porque caralhas largaram o irc! Eu sinto falta…
Ai então me chega o Orkut.
Tá, eu acho legalzinho… Não o praqueisso que é a ferramenta, mas o fato de eu poder combinar as festas e saídas com meus amigos sem ter que ligar para todos eles, descobrir jogos legais em flash, participar de discussões sobre php.
No começo eu não queria, mas eu uso…
Pouco.
Por falta de tempo.
Mas eu uso…
Assim como a facilidade do Feed reader.
Levei um tempão para começar a usar, quando comecei ainda falava mal, e hoje não vivo sem.

Creio que isso é questão de P.V.C. (Porra da Velhice Chegou).
Quanto mais o tempo passa, mais essas ferramentinhas que surgem para facilitar o nosso dia-a-dia, conectar pessoas e economizar linhas de código, vão me dando no saco nos nervos.
Quanto mais velho eu fico, mais preconceito eu tenho com elas, e mais eu quero que elas tomem no cu! sumam!

É uma questão simples: Uma nova tecnologia, ferramenta ou facilidade, nos coloca nas mãos de outras pessoas.
Pessoas que não conhecemos e não sabemos o que irão fazer com todas as informações que geramos.
Tecnologias estas que nos transformam em escravos zumbis, que adentram nas nossas vidas, nos viciam, e então não vivemos sem.
Perdemos o nosso controle, as vezes o nosso livre-arbítrio.

Tecnologia é muito bom, e vicia!
Devemos ter cuidado com as facilidades que inserimos nas nossas vidas, por que um dia elas podem se voltar contra nós, de uma maneira ou de outra.
Seja na forma de Skynet ou em ter nossos dados pessoais roubados e fotos peladões circulando por ai.

Ou até mesmo sendo babacas que usam Twitter.
Pode ser preconceito meu, mas prefiro ter um filho viado do que um filho twitteiro!

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24/03/2009

Diário de um programador 04: Peitica

Tem um outro mal que sofro, que é uma peitica!
Peitica, para quem não sabe (n00bs) é uma apurrinhação, uma chatice.
Acredito que seja um mal de programador.
É o fato de no meio de um estudo, trabalho, ou qualquer coisa realmente importante, você ter uma idéia, ou ouvir falar de algo que na sua cabeça é interessante e te deixa curioso.
Ai muleque doido, FUDEU LASCOU DE VEZ!
Você não consegue trabalhar, estudar, comer, viver, meter, se entreter, etc.
Você só quer executar aquela idéia, ler aquele artigo, entender aquela linguagem…
Fica uma agunia, um sofrimento da porra peste, e você não produz absolutamente nada.
O jeito é se render a tentação e deixar o que é importante de lado, e se fuder, e fazer o que tem q ser feito.
Isso acontece muito comigo, principalmente em época de prova.
Foi assim que aprendi PHP e reprovei algebra linear pela primeria vez.
Fique naquela seca, na ânsia por aprender aquela linguagem que ouvi falar, que mal consegui me concentrar para prova, ai meu amigo, mandei o livro se fuder pra estante e aprendi PHP.
Esse aprendizado me rendeu frutos, como o meu atual emprego, apesar do prejuízo de ter perdido uma cadeira na faculdade.
Deve ser comum, essa curiosidade, essa vontade de por as coisas em prática.
Como agora, eu estava no meio de uma expressão regular e pensei em postar no cdvagabundo.
Não resisti!
Eu não conseguia me concentrar, tinha que vir aqui postar!
Cá estou, já começando a me sentir aliviado e pronto para terminar meu trabalho, que tem prazo.
É moleque, mais um mal de programador para a listinha =P
 
Certa vez, aqui no emprego, pensei em como seria fazer Snakes em JavaScript.
O resultado, que você pode jogar clicando aqui, me alegrou bastante, fez passar aquela agunia, e me fez ficar 1 semana inteira sem estudar e trabalhar direito, só aprendendo JavaScript e a lógica de Snakes.

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23/03/2009

Diário de um programador 03: Buraco negro

Eu sofro de um mal que gosto de chamar de “Buraco Negro”.
Simples, minha memória tem um buraco negro =D.
Tudo começou quando resolvi entrar no curso de Bacharelado em Ciências da Computação.
O excesso de noites sem durmir, sonecas mal tiradas e muita (excessiva) informação jogada na mente de uma única vez formaram esse buraco negro.
E o que é isso?
E quando aquele conhecimento que estava na ponta da sua língua é sugado para dentro do seu cérebro e nunca mais volta.
As vezes, realmente, se perde de vez, de você fazer cara de cu surpresa ao ler sobre o assunto, achando que já sabia aquilo.
Existe também o Buraco de Minhoca que é quando o conteúdo, na hora que você precisa usá-lo, se perde no espaço tempo, vindo parar em outras horas, as vezes importunas…
Pode não parecer, mas com certeza já aconteceu com você algo do tipo:
Estar no meio de um desenvolvimento daquela prova de cálculo que você tanto estudou, e duas linhas para terminar a conclusão daquela integral o conhecimento simplesmente some de você. Ai você fica com aquela cara de cu desespero olhando para prova e pensando: “eu ainda agorinha sabia fazer essa porra!”.
Ou, no buraco de minhoca, já me ocorreu de no meu primeiro estágio eu deixar uma falha de segurança em um código sem querer, por que pensei “amanhã eu corrijo isso”, e acabei esquecendo de corrigir. Praticamente 2 anos depois, já contratado em outra empresa, no dia que abri a IDE me veio o TCHAN na cabeça PUTA QUE PARIU! CACILDS! Esqueci de corrigir aquela falha de segurança. Que se foda

Quem nunca esqueceu de fazer a feira do mês?
Ou esqueceu os óculos em casa?
Ou durante o banho lembrar a resposta daquela prova de cálculo de 2 períodos atrás?
 
Enfim, acredito eu que não sou o único, e que isso é um mal de programador.

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05/03/2009

Diário de um Programador 02: Soneca no Banheiro

Quem nunca durmiu no banheiro do trabalho?
Não me condenem, tenho certeza de que não sou o único…
 
Sabe como é, vida de programador/universitário/nerd é difícil. Tem que trabalhar/estagiar, nerdar, estudar, nerdar, namorar, nerdar. Isso quando você não está nerdando no trabalho (o que estou fazendo agora).
 
Em tempos de crise (projetos pra entregar, provas pra estudar, aprender coisas que você precisa para utilizar no trabalho ou simplesmente final de campeonato de DOTA, etc) o nerd habitual acaba indo durmir em torno das 3 da manhã.
O problema se dá em acordar as 6 da manhã no outro dia.
 
No primeiro dia é fácil, mas quando você já está nessa a pelo menos uma semana, fica difícil se concentrar, principalmente depois do almoço.
O seu cérebro não quer trabalhar, não na maneira devida, ele fica bolando maneiras de durmir, cochilar ou relaxar e ainda fazer parecer que você está trabalhando.
Foi ai que se deu um PLIM!
 
Aqui na empresa tem um banheiro grande, feito para cagá “ler”. Super confortável, higienizado a cada 30 minutos, com exaustor de ar, e uma agradável temperatura “friazinha”.
Pensei: faço de conta que vou até lá dar um cagaço foda uma lida no jornal de hoje, na verdade durmo, e volto para a minha mesa.
Dito e feito. Avisei que iria fazer uma sessão de descarrego, e que voltava já.
Entrei no quartinho da leitura, abaixei a tampa do trono, sentei, pus o celular pra tocar 30 minutos depois, recostei a cabeça e durmi.
 
Acho que ronquei, não sei.
Acordei com a cara meio amassada ainda.
Saindo do banheiro, fui na copa, peguei um cafézinho e pronto. Voltei para minha mesa e fiquei navegando na internet com preguiça, ao invés de trabalhar =D!
 
É relaxante, um bom cochilo na empresa. Você volta novo, cheio de energias para realizar as suas atividades normalmente.
 
Só não faça com muita frequência, por que gera justa causa =D
ficadica

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02/03/2009

Diário de um Programador 01: Reunião de CR

Inaugurando mais uma seção: Diário de um programador
Aqui pretendo contar minhas experiências como programador, estudante de um curso de Bacharelado em Ciências da Computação e um nerd de tempo integral.
 
Definição de CR: Comida de Rabo.
Uma Comida de Rabo é quando seu chefe, ou chefe da equipe, chama você, ou a equipe, para te dar uma puta bronca merecida.
Geralmente alguém comeu o rabo do seu chefe, antes de ele repassar a comida no seu rabo.
É um movimento em cadeira, o peixe grande come o peixe pequeno…
Nem sempre a comida de rabo é merecida. As vezes o seu chefe está puto com você o estagiário que só faz merda, e para não dar bronca em você nele o tempo todo, ele chama a equipe, come o rabo de todo mundo ao mesmo tempo, para dar o exemplo, mas na verdade ele só está comendo o seu rabo o rabo do estagiário.
 
Agora que todos sabem o que é uma CR fica a dica de como agir nesse tipo de reunião:
1° passo: Pegue uma agenda e uma caneta.
2° passo: Dirija-se a sala da reunião.
3° passo: Anote tudo o que for relevante. Afinal, você não vai querer cometer o mesmo erro denovo.
 
No final das contas você irá obter isto:
 

programador01

 
OBS: A técnica da agenda só serve se for uma reunião com a equipe. Se for apenas um mano-a-mano entre você e o chefe, fudeu preste atenção.

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